Confira resumo da 18° Sessão Ordinária (23/08)

por adm publicado 25/08/2021 09h25, última modificação 25/08/2021 09h25
Estavam presentes na Sessão todos os 09 vereadores (as): Cobra (PSB), Prof. Marinilde (PSD), Nonatinho (PSD), Diogo Botelho (SD), Darleia (PSD), Vereador Emerson Cardoso (PSD), Enf. Josemara (PC do B), e Maurício Dião (PSD) e Oscimar Guida (SD). Os vereadores Júlio da Foto Layser (PC do B) e Pedro Violão (SD), justificaram ausência.

Foi realizada, nessa segunda (23), a 18° Sessão Ordinária que aprovou por unanimidade (e em 2° turno), o Projeto de Emenda da Lei Orgânica 01/2021 que altera a redação do inciso IX, do artigo XXVIII ao artigo 76 e altera a redação do $1 do artigo 76, da Lei Orgânica. Também foi aprovado, por unanimidade, Projeto de Lei 17/2021, de autoria do Poder Executivo, que dispõe sobre a denominação do novo prédio público municipal.

Confira resumo da sessão

 

Vereador Luís Gomes (PSB): Após verificar Quórum, abriu os trabalhos. Afirmou que a Câmara é para discussão e união dos vereadores em busca da qualidade de vida para todos de Mangabeiras. Afirmou que para legalizar um loteamento, primeiro a área precisa estar legalizada, mas que os vereadores irão buscar a legalização do bairro São Vicente. Justificou a ausência do Vereador Pedro Violão que saiu da sessão por motivo de força maior. Sobre o Projeto de Lei 17/2021, de autoria do Poder Executivo, que dispõe sobre a denominação do novo prédio público municipal, afirmou que na qualidade de Presidente não é possível votar, mas que votaria sim pela aprovação do projeto, pois é uma matéria que é justa ter o nome de um ex prefeito que teve a quantidade de mandato como Francisco Cardoso.

Vereadora Marinilde (PSD): Fez a leitura da ata da Sessão anterior. Na qualidade de professora registrou alegria do retorno às aulas dos alunos. Disse que é muito ver a alegria dos alunos revendo seus professores e colegas. Afirmou que infelizmente a maioria dos alunos, durante 1 ano e meio, não aprenderam nada; mas não aprenderam não porque os professores não correram atrás, mas porque muitos alunos não tinham internet e celular para assistir as aulas, e no máximo o celular de uma pessoa na casa teria que ser dividido entre outros. Afirmou também que os pais não precisam se preocupar pois estão sendo seguidos todos os protocolos de segurança. Alertou que é preciso que os pais evitem deixar seus filhos saírem muito cedo da escola para evitar aglomeração nas praças. Sobre o Covid, lamentou a morte do ex candidato a Vereador, Marlon Moura, e fez apelo para que as pessoas tenham cuidado. Sobre o Projeto de Lei 17/2021, de autoria do Poder Executivo, que dispõe sobre a denominação do novo prédio público municipal, elogiou a a iniciativa do projeto e acha muito justa a homenagem ao Cardoso

Vereador Maurício Dião (PSD): Solicitou correção da ata da Sessão anterior para que apenas fosse contemplado na Ata motoristas e operadores, e não tratoristas.

Vereador Emerson Cardoso (PSD): Lamentou que poucas pessoas foram assistir a sessão na Câmara de Vereadores, e também pela derrota do projeto do voto impresso, no Congresso Nacional. Afirmou que o voto impresso seria uma das formas mais exatas de evitar corrupção na política e adulteração de resultado nas eleições. Disse que uma decisão tomada em Brasília afeta o cidadão no interior do País. Afirmou que a democracia no Brasil anda ameaçada e o seu maior inimigo está sendo o Supremo Tribunal Federal, que rasgou a Constituição Federal e que moldam a Carta Magna de acordo com interesses políticos, e que praticamente 11 ministros do STF estão mandando na Nação. Afirmou que a Constituição Federal diz que os poderes da República são 3: Legislativo, Executivo e Judiciário, e que são harmônicos entre si, mas nenhum pode exercer poder sobre o outro de forma legal; mas que hoje, o Presidente da República está tendo muito trabalho em dirigir o País, porque o Supremo Tribunal Federal é o maior empecilho da democracia, e que a maioria dos ministros estão a serviço de ideologias comunistas, semelhante ao sistema do Talibã. Lembrou que dia 07 de Setembro haverá uma manifestação pacífica contra a Ditadura da Toga que está acontecendo no País. Disse também que ou a população passa a acompanhar os movimentos políticos ou iremos regredir. Afirmou que a missão do comunismo é transformar os brasileiros em escravos e que é preciso ter cuidado, e que os que atacam o capitalismo passam as férias em países capitalistas. Também afirmou que o Presidente da República está trabalhando em benefício da Nação, mas que tem um inimigo que é o Supremo Tribunal Federal. Também fez uma alerta para os criadores de Pitbulls e cães de grande porte, pois foi registrado mais um ataque da raça a uma criança, e se isso persistir entrará com um Projeto de Lei proibindo que cães andem sem equipamento de segurança. Além disso, também registrou que o Bairro São Vicente não é reconhecido ainda como zona urbana, e sim como zona rural. Também elogiou a postura do Presidente da Câmara por melhorar a iluminação do prédio da Câmara. Como relator da Comissão de Justiça, proferiu parecer favorável a segunda votação, do Projeto de Emenda da Lei Orgânica 01/2021 que altera a redação do inciso IX, do artigo XXVIII ao artigo 76 e altera a redação do $1 do artigo 76, da Lei Orgânica. Por fim, sobre o Projeto de Lei 17/2021, de autoria do Poder Executivo, que dispõe sobre a denominação do novo prédio público municipal, afirmou que é suspeito de falar, mas que sua coragem se intensifica quando ocorre se está falando a verdade, e que o projeto de lei faz uma homenagem justa e se emociona. Afirmou que o Prefeito Accioly Cardoso foi muito feliz ao enviar o projeto de lei que faz homenagem ao saudoso Francisco Cardoso da Silva.  Destacou que Cardoso foi sargento, delegado, vice prefeito, suplente de deputado estadual e prefeito de Mangabeiras. Disse que Cardoso sempre teve a visão de crescer Mangabeiras e que cumpria o que dizia. Agradeceu a Vereadora Darleia que permaneceu ao lado do homenageado até o seu último suspiro

Vereador Diogo Botelho (SD): Sobre o Projeto de Lei 17/2021, de autoria do Poder Executivo, que dispõe sobre a denominação do novo prédio público municipal, afirmou que é um projeto de grande importância. Afirmou que o saudoso Francisco Cardoso foi um grande prefeito dentro de Mangabeiras que construiu sua história e deixou um grupo político, e nada mais justo do que homenagear um dos melhores prefeitos de Mangabeiras. Disse que é um projeto justo e dá ao mérito também ao ex prefeito Rodrigo que iniciou no seu governo e o Prefeito Accioly Cardoso finalizou, e que será um grande cartão postal da cidade.

Vereador Maurício Dião (PSD): Sobre o Projeto de Lei 17/2021, de autoria do Poder Executivo, que dispõe sobre a denominação do novo prédio público municipal, relembrou que o saudoso Francisco Cardoso é mais que merecedor para que a nova prefeitura tenha seu nome. Disse que é uma pessoa que tinha consideração e respeito e o que ele dizia, ele fazia. Afirmou que sempre era uma pessoa sincera e brincalhona ao mesmo tempo. Disse que é fácil e difícil falar do Senhor Francisco Cardoso e que é mais que louvável que a nova prefeitura tenha seu nome. Afirmou que entrou na política em 2000, e que o maior incentivador foi Francisco Cardoso que pedia para que fosse vereador para ajudar melhor o povo de mangabeiras. Elogiou o Prefeito Accioly Cardoso pelo projeto e disse que por onde se anda é possível ver o nome e legado de Francisco Cardoso.

Vereadora Josemara (PC do B): Sobre o Projeto de Lei 17/2021, de autoria do Poder Executivo, que dispõe sobre a denominação do novo prédio público municipal, disse que nada mais justo que o novo prédio tenha o nome do ex prefeito Francisco Cardoso. Disse que teve o prazer de conhecer a pessoa do Senhor Cardoso, e para relembrar o quanto ele foi bom todos votam sim pelo projeto. Afirmou que pode dizer que Cardoso era um amigo que tinha e que sempre foi tratada bem por ele, e que fica feliz por esse projeto. No mais, parabenizou a educação que voltou às aulas, pois tinha os jovens da rua. Parabenizou a saúde e elogiou o hospital que está cada vez mais moderno e que se sente honrada sem ser servidora do hospital.